
Era uma vez o Groot, um herói muito especial: ele era uma arvorezinha que andava e falava! O Groot era de poucas palavras — na verdade, só sabia dizer "Eu sou o Groot" —, mas tinha o coração mais bondoso que se possa imaginar. Um dia, passeando por um jardim sequinho e murcho, o Groot encontrou uma plantinha pequenina, toda triste e sem força, quase morrendo de sede num cantinho árido. As outras plantas estavam longe, e ninguém tinha reparado naquela plantinha solitária e fraca. O Groot poderia ter seguido o seu caminho. Mas o coração bondoso dele não deixou. Com todo o cuidado, ele estendeu um galhinho e fez uma sombra fresca sobre a plantinha, protegendo-a do sol forte. Depois, juntou um pouquinho de água numa folha e regou a plantinha com carinho. Dia após dia, sem que ninguém pedisse e sem esperar nada em troca, o Groot voltava para cuidar da plantinha. Fazia sombra, dava água, conversava baixinho com ela do seu jeitinho: "Eu sou o Groot." E a plantinha, sentindo todo aquele cuidado e bondade, foi se recuperando, ficando mais forte e mais verdinha. Até que, um dia, a plantinha cresceu, floresceu e ficou linda, cheia de flores coloridas! E sabe o que ela fez? Espalhou suas sementinhas pelo jardim todo, e logo o lugar antes sequinho ficou cheio de flores e de vida. Tudo aquilo começou com a bondade do Groot, que cuidou de uma plantinha pequena e esquecida, só porque era a coisa certa e gentil a fazer. Ele mostrou que um gesto de bondade, por menor que pareça, pode florescer e encher o mundo de coisas lindas. A bondade sempre espalha mais bondade.